• Data mais importante para si, do ponto de vista de cavaleiro tauromáquico?

A data da Alternativa, dia 9-08-1984

  • Quantos cavalos utilizou desse que começou a tourear?

Desde que comecei até hoje utilizei cerca de 200 cavalos

  • Qual foi o cavalo mais importante para si?

Não tenho o mais importante, tenho sim, o “Tango”, o “Napoleão”, a “Ratona”, o “Crufta”, o “Atlas” e o “Importante”.

  • A lide que mais recorda?

Naturalmente a da Alternativa

  • A pessoa mais importante na sua carreira?

O Meu Pai, José Salvador, é a origem de tudo na minha vida, mas a consolidação chegou com o Carlos Amorim

  • De todos os bandarilheiros que saíram consigo, que é para si a “quadrilha maravilha”?

Pela importância que tiveram, o José Tinoca e o Manuel Barreto

  • Prémio mais importante?

O reconhecimento e carinho do público

  • Momento de maior apuro?

Tive muitos ao longo da minha carreira, 12 anestesias gerais para as várias cirurgias a que fui submetido, são a prova disso…

  • Que considera ter trazido de novo ao toureio a cavalo?

Apenas fiz parte de uma geração que veio definitivamente consolidar uma actividade que amamos e que continua em plena ascensão…

  • Qual a praça de toiros mais importante na sua carreira?

O Campo Pequeno, mas na verdade todas elas o são!

  • Quantas corridas toureou enquanto praticante e profissional?

Como Amador cerca de 50 (1976 a 1981), como praticante cerca de 90 (1981 a 1984) e como profissional cerca de 1200 (1984 a 2019)

  • Comente: “Rui Salvador, o cavaleiro dos ‘ferros impossíveis”.

Foi um slogan que me foi dado, do qual muito me orgulho e que surgiu devido à emoção que sempre tentei dar ao momento, da colocação do ferro…

  1. Data mais importante para si, do ponto de vista de cavaleiro tauromáquico?

A data da Alternativa, dia 9-08-1984

  1. Quantos cavalos utilizou desse que começou a tourear?

Desde que comecei até hoje utilizei cerca de 200 cavalos

  1. Qual foi o cavalo mais importante para si?

Não tenho o mais importante, tenho sim, o “Tango”, o “Napoleão”, a “Ratona”, o “Crufta”, o “Atlas” e o “Importante”.

2) A lide que mais recorda?

Naturalmente a da Alternativa

5) A pessoa mais importante na sua carreira?

O Meu Pai, José Salvador, é a origem de tudo na minha vida, mas a consolidação chegou com o Carlos Amorim

6) De todos os bandarilheiros que saíram consigo, que é para si a “quadrilha maravilha”?

Pela importância que tiveram, o José Tinoca e o Manuel Barreto

7) Prémio mais importante?

O reconhecimento e carinho do público

8) Momento de maior apuro?

Tive muitos ao longo da minha carreira, 12 anestesias gerais para as várias cirurgias a que fui submetido, são a prova disso…

9) Que considera ter trazido de novo ao toureio a cavalo?

Apenas fiz parte de uma geração que veio definitivamente consolidar uma actividade que amamos e que continua em plena ascensão…

10) Qual a praça de toiros mais importante na sua carreira?

O Campo Pequeno, mas na verdade todas elas o são!

11) Quantas corridas toureou enquanto praticante e profissional?

Como Amador cerca de 50 (1976 a 1981), como praticante cerca de 90 (1981 a 1984) e como profissional cerca de 1200 (1984 a 2019)

12) Comente: “Rui Salvador, o cavaleiro dos ‘ferros impossíveis”.

Foi um slogan que me foi dado, do qual muito me orgulho e que surgiu devido à emoção que sempre tentei dar ao momento, da colocação do ferro…