Júlio Pomar morreu esta terça-feira no Hospital da Luz, em Lisboa. “Uma figura mítica da arte portuguesa da segunda metade do século XX”, foi assim que João Ribas, director do Museu de Serralves, descreveu o artista.

Importante e multifacetado artista plástico português, com obra feita nos mais variados suportes, Pomar pertencia à terceira geração de modernistas.

ps: Um dia, tive a sorte de entrevistar (para um programa de autor, na Rádio Ultra FM), esta grande figura da cultura portuguesa, a determinada altura perguntei ao mestre, se já tinha pensado na morte e a resposta dele foi simples e sincera”acho a morte tão natural como a vida”.

Fique com um excerto dessa entrevista.

foto: DR