Apartir do dia 1 de setembro, entrará em vigor o período transitório de implementação do novo sistema de medição de emissões de dióxido de carbono (CO2); este, por sua vez, irá ter efeito no valor de Imposto sobre Veículos (ISV), com um correspondente aumento nos preços finais dos veículos. Contudo, ao contrário do que inicialmente se previa, nem todas as marcas vão ter de aumentar os preços dos seus automóveis, avança o “Jornal de Negócios” esta quinta-feira.

A Mercedes-Benz, a BMW e o grupo PSA (Peugeot, Citroen, DS e Opel), por exemplo, asseguraram ao matutino que os seus preços não sofrerão qualquer efeito com o novo imposto. Isto porque todos os seus modelos já se encontram em conformidade com o novo padrão, o Worldwide Harmonized Light Vehicles Test Procedure (WLTP), que entrará em vigor de forma definitiva a 1 de janeiro de 2019.

Segundo a Associação Automóvel de Portugal (ACAP), o regime transitório, conhecido por correlacionado ou NDEC2 (New European Driving Cycle), deverá provocar um aumento médio de 10% a 11% no valor das emissões medidas.

fonte @ Expresso